Pix em 2026: das transferências ao Pix Automático, o que muda para o seu negócio
Em poucos anos, o Pix deixou de ser novidade e virou a principal forma de pagamento do país. Para quem vende, ele também é ferramenta de marketing: reduz custos, acelera o recebimento e facilita a vida do cliente.
Os números
Segundo o Banco Central, o Pix movimentou R$ 35,36 trilhões em 2025, com 79,8 bilhões de transações, contra 63,5 bilhões em 2024.
O sistema já registrou recorde de 313,3 milhões de transações num único dia, movimentando R$ 179,9 bilhões.
As novas modalidades
Modalidade | O que é | Uso para negócios |
Pix por aproximação | Pagar encostando o celular na maquininha (lançado em fevereiro de 2025) | Agilidade no caixa |
Pix Automático | Pagamentos recorrentes autorizados uma vez (lançado em junho de 2025) | Assinaturas, mensalidades, planos |
Pix parcelado | Compra dividida em parcelas, modalidade em regulamentação pelo Banco Central | Alternativa ao cartão para quem não tem crédito |
Pix em garantia | Uso de recebíveis do Pix como garantia de crédito para empresas | Crédito mais barato para o lojista |
Segundo reportagem do Metrópoles, o Pix parcelado mira um público de quase 60 milhões de pessoas sem cartão de crédito no país. O BC também estuda uma versão de pagamento por aproximação que funcione mesmo sem internet.
Como usar o Pix no marketing
Desconto para pagamento via Pix, já que a taxa costuma ser menor que a do cartão.
Planos e assinaturas com Pix Automático: clube do café, mensalidade de academia, manutenção recorrente.
Cobrança no WhatsApp com QR code ou chave Pix, sem o cliente sair da conversa.
Cashback em Pix para incentivar a próxima compra.
Pagamento por aproximação no caixa para reduzir filas em datas de pico.
Atenção à segurança: confirme o recebimento no aplicativo do banco antes de liberar mercadorias e não confie apenas em comprovantes enviados por imagem.




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